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ComprarCasa Agualva-Cacém

Registado desde Mar 2021

Moradia V3/2 Isolada com Anexo e Churrasqueira, WC no exterior

290.000 €
Condição:  Usado Nº de Quartos:  2 Nº de Casas de Banho:  2 Tipo:  Vende-se

Descrição

Moradia V3 renovada e alterada para V2. Implantada em Terreno com 337 m2, superfície ocupada 95 m2 Composta por: 2 Quartos a nascente com muito sol e boa luz- 1 Sala 1 Casa de Banho 1 Cozinha totalmente equipada e anexa uma e sala de Jantar. 1 Closet que pode ser transformado para WC Foram feitas remodelações no seu interior, com reforço em todas as paredes para isolamento, encontrando-se ainda em fase de acabamentos, como se pode ver nas fotos Anexo em remodelação, com cozinha e Mezanine, 1 Casa de Banho no exterior e arrecadação 1 Churrasqueira Terreno disponível para Jardim e circulação 242 m2 Possível parqueamento para 3 viaturas, fazendo pequenas alterações para esse efeito. Esta moradia tem imenso potencial para crescer com as necessidades de cada um. Está localizada na Abelheira, zona muito tranquila e residencial. A escassos 5 minutos de escolas, JI, 1º, 2º e 3 ciclos. Situada na Cidade de Agualva-Cacém, freguesia de Agualva e Mira Sintra Criada pelo decreto-lei nº 39210, de 15 de Maio de 1953, na época com a designação de Agualva-Cacém, tem tido grande desenvolvimento populacional e urbano, que lhe valeu ser elevada à categoria de vila pela Lei nº 66/85 e à categoria de cidade pela Lei nº 34/2001, de 12 de Julho. A mesma freguesia foi dividida pela Lei nº 18-C/2001, de 3 de Julho, em 4 freguesias civis: Agualva, Mira-Sintra, Cacém e São Marcos. O orago da freguesia de Agualva é Nossa Senhora da Consolação. O topónimo da Freguesia, Agualva, deriva de Agua alba, do latim Aqua Alba. O povoamento do território da freguesia remonta à conquista Cristã de Lisboa e Sintra aos Mouros, em 1147, por D. Afonso Henriques. A primeira referência conhecida surge nas inquirições Afonsinas de 1220. No século XII, Água Alva e Cacém já eram povoadas. O curso da ribeira das Jardas ou da Água Alva demarcavam então os limites administrativos e paroquiais, pertencendo Agualva e outros lugares da margem esquerda ao termo de Lisboa, à freguesia de Belas, enquanto Cacém, São Marcos e demais lugares na margem direita estavam integrados no termo de Sintra e faziam parte da freguesia de Rio de Mouro. Note-se que Agualva, enquanto lugar da freguesia de Belas era lugar conhecido por Jardo, o que levou o célebre Bispo de Lisboa, D. Domingos, por ter nascido ali, de Jardo. Nos séculos seguintes expandiu-se o povoamento e a ocupação do território com o aparecimento de várias quintas solarengas, novos casais agrícolas e a Feira de Agualva, uma das mais antigas da região saloia, que se realiza(va) desde 1713, e deixou de se realizar, quebrando assim, uma tradição com cerca de trezentos anos! As actividades que empregam o maior número de pessoas nesta freguesia, e tendo em conta a sua transformação no século XX numa das áreas urbanas da grande Lisboa são a indústria e o comércio. No que refere ao património cultural e edificado na freguesia, merecendo especial referência a Anta de Agualva e as grutas de Colaride. Património Fachada sul da Quinta da Fidalga, no Largo da República, em Agualva Anta de Agualva Sítio arqueológico de Colaride ou Estação romana de Colaride Quinta de Nossa Senhora do Monte do Carmo Também conhecida por Quinta da Fidalga é património de interesse municipal. Foi mandada construir em meados do século XVIII por José Ramos da Silva emigrante abastado regressado do Brasil em 1716 e pai de Matias de Aires, personalidade marcante na altura. Foram ambos sepultados nesta quinta, na capela anexa ao edifício principal.[1] Fonte: Junta de freguesia e Wikipédia.

Publicado: 30 Mar Visualizações: 1 ID do anúncio: 39694
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